Nova célula de fluxo garante maior proteção para sensores
06/07/2010

A Ag Solve desenvolveu uma nova célula de fluxo que será comercializada em conjunto com os terminais multiparâmetros para qualidade da água HQ40d. O novo dispositivo auxiliará no transporte e na proteção da integridade dos sensores, para aplicações de medição da qualidade de águas subterrâneas em processos de amostragem de baixa vazão.

 

Segundo Mauro Banderali, especialista em instrumentação ambiental da Ag Solve, nesta nova configuração da célula de fluxo, o espaço de trabalho e a segurança dos sensores foram melhorados consideravelmente. ”Agora, o equipamento começará a ser comercializado com o conjunto pronto, dentro da maleta, sendo dividido em apenas duas partes. Isso assegurará mais agilidade a campo e proporcionará a certeza da qualidade e confiabilidade dos registros pelo terminal HQ40d e seus sensores”, comenta Banderali.

 

Outras vantagens, de acordo com o especialista, “é o uso de um sensor exclusivo de OD ótico, que não requer manutenção por 12 meses, já que elimina a substituição de membranas e dispensa a solução de referência, presente nos modelos antigos; há a possibilidade de armazenamento dos dados no próprio aparelho, combinado com o registro do operador e da amostra; tem fácil configuração do terminal; possui garantia de 12 meses de todo o conjunto (exceto sensores eletroquímicos); além da alta qualidade dos sensores de laboratório da linha HQd da Hach aplicados a campo”.

 

A necessidade de mudança no dispositivo surgiu em 2008, quando a empresa começou a comercializar o novo produto, o terminal Hach linha HQ40d. O aparelho exigiu uma adaptação da célula de fluxo vendida. “No início trabalhamos com células de grande volume que pudessem receber as canetas de ORP, porém, com o lançamento deste sensor para a linha HQd no final de 2009, vimos que a célula deveria ser redesenhada. Buscando otimização de materiais, verificamos que a célula de fluxo da sonda multiparamétrica Quanta, fabricada e comercializada pelo grupo Hach, poderia ser utilizado e assim o fizemos. Hoje, ambos os equipamentos aplicados na leitura da qualidade de águas subterrâneas e amostragem de baixa vazão, utilizam a mesma célula de fluxo”, explica Banderali.

 

Por conta deste acerto, a célula de fluxo atual passou a ser composta por apenas três partes: o copo em policarbonato transparente; a tampa que recebe os sensores e os veda com perfeição; e os sensores do terminal HQd, que podem ser substituídos individualmente.  “A célula hoje possui volume útil de cerca 200 ml, o que permite leituras muito mais rápidas quando comparado com as células mais antigas (conforme determinado pela recém lançada “Norma de Amostragem de Água Subterrânea em Poços de Monitoramento”). A construção do equipamento permite a operação da célula em posição horizontal ou vertical, atendendo as demandas do mercado. Seus sensores eletroquímicos são comercializados preferencialmente com gel em seu interior, o que reduz qualquer possibilidade de alteração da amostra pela liberação de KCl, solução presente nos sensores”, diz Banderali.

 

A primeira versão da célula de fluxo da Ag Solve foi produzida em 2005. “Ela era personalizada de acordo com a necessidade do cliente, seus volumes variavam de 500 a 1.000 ml e possuíam grandes dimensões. As células eram compostas de várias partes (tampa superior e vários componentes, tampa inferior, conexão da mangueira, e visor)”, explica ele.

 

 

 

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