Maçã em foco
12/03/2013
Programa desenvolvido pela Tradecorp visa nutrir a cultura com produtos que associam nutrição e fisiologia e contribuem com maior desempenho dos pomares

Por Gabriela Padovani
ArtCom AC


 
A exploração agrícola de pomares de macieiras concentra-se basicamente na região sul do Brasil, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com uma área cultivada de aproximadamente 38 mil hectares. Para a safra 2012-2013, a estimativa de produção é de cerca de 1.200.000 toneladas, segundo dados da ABPM (Associação Brasileira dos Produtores de Maçã).  Para contribuir com um melhor desempenho da cultura e assim promover maior rentabilidade ao pomicultor, a Tradecorp desenvolveu algumas soluções, para os pomares da fruta, que necessitam de uma quantidade mínima de horas de frio abaixo de 8°C no período de inverno. Por isso, seu cultivo é restrito a altitudes acima de 700 metros, em regiões onde as temperaturas de verão sejam amenas também durante a noite.
 
As cultivares plantadas atualmente nos três estados do sul do Brasil resultam de contínuos processos de manejo e melhoramento visando obtenção de material de alto potencial genético. “A intensificação desse trabalho se deu em maior velocidade na última década, levando para o setor, frutos com qualidade final superior, tanto em termos de coloração como na obtenção de indução para resistência frente às principais pragas e doenças presentes na cultura”, explica o consultor André Guttler.
 
A colheita tem início no verão, a partir da segunda quinzena de dezembro e se estende até o outono em meados do mês de maio.
 
Nas regiões mais quentes como o Paraná, a cultivar Eva representa o maior volume de colheita antecipada. Enquanto isso, nas mais frias de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, as cultivares Gala, Fuji e seus respectivos clones respondem pela maioria da produção nacional de maçãs que chega ao mercado consumidor.
 
Custos elevados
 
A cadeia produtiva da maçã requer grande utilização de mão de obra, sobretudo nas operações de raleio e colheita. Independente da área da propriedade, seus custos representam, no mínimo, 50% do total necessário para produzir e são alvo de preocupação dos pomicultores. Sem alternativas mais efetivas para substituição a curto e médio prazos, André ressalta que “a adoção de alto nível de tecnologia e profissionalismo constituem-se em ferramentas obrigatórias na busca por resultados capazes de conferir êxito na atividade. Em parte, tal posicionamento pode ser considerado como reflexo do grau de exigência imposto pelas situações climáticas predominantes nessas regiões. Em maior ou menor intensidade, as adversidades do clima podem afetar diretamente a qualidade final e calibre de frutos”.


 


Produtos da Tradecorp garantem um fruto mais bonito e com qualidade superior
 
 
Soluções Tradecorp contribuem para maior produtividade e rentabilidade
 
O uso da tecnologia em todo o processo produtivo – da preparação do solo à colheita – é uma aliada do produtor. A aplicação das soluções Tradecorp resulta em uma maior uniformidade na produção, possibilitando um menor número de passadas e reduzindo o impacto da mão de obra na colheita.
 
Por meio de um trabalho de acompanhamento e levantamento das principais questões que possam limitar a produção de maçãs na propriedade, a proposta de tratamento inicial privilegia a agregação de valores com o objetivo de melhorar a qualidade dos frutos combinado com a redução do custo de colheita, analisa André.
 
Segundo ele, em função das limitações climáticas, a recomendação básica procura considerar a manutenção do potencial genético dos pomares de macieiras em cada região e dessa forma permitir que características como coloração, uniformidade e antecipação de colheita sejam expressadas com mais efetividade.
 
Há uma tendência de adoção de novas técnicas para melhoria da coloração, já que os produtores utilizam tela para proteção contra granizo nos pomares, medida adotada a curto e médio prazos, na avaliação de André.
 
Bruno Francischelli, chefe de produto da Tradecorp, dá algumas dicas para tratamento da cultura da maçã, de acordo com programa desenvolvido pela empresa:
 
- Nutricomplex Blanco – Aplicação no solo via jato dirigido, para aumentar emissão de novas raízes no período de pós-floração.  “Trata-se de uma nova opção para o fornecimento de cálcio e boro via solo”, explica Bruno.

- Pumma TC – Aplicação via foliar, para melhorar resistência da cultura frente à ocorrência de adversidades climáticas, principalmente a partir do final da primavera.

- Tradebor – Aplicação via foliar, com a finalidade de incrementar a coloração dos frutos, na fase de pré-colheita.
 
“Todos os produtos caracterizam-se pela presença de uma parcela orgânica que atua diretamente na fisiologia da planta, além da composição básica de nutrientes de cada um. E dependendo da região e objetivos previstos pelo produtor, a recomendação poderá sofrer ajustes e adequações”, acrescenta Bruno.
 
 
Para mais informações, acesse o Boletim Infotrade - edição 6, da Tradecorp:
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