Qualidade da água nos municípios brasileiros
22/04/2013
Dados mostram que quase a metade dos municípios no Brasil não tem a preocupação de monitorar a qualidade da água distribuída nas torneiras
 
Por Larissa Straci
ArtCom AC


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2011 mostram que dos 5.565 municípios brasileiros, 2.659 - 47,8%, quase metade das cidades do país- não fiscalizaram a qualidade da água no ano passado, pois, não há órgão para realizar a fiscalização.  As informações fazem parte da Pesquisa de Informações Básicas Municipais – Perfil dos Municípios (Munic) de 2011, divulgada no último mês de novembro.
 
Segundo a pesquisa, 60,5% dos municípios não acompanhavam as licenças para o abastecimento de água, esgoto sanitário ou drenagem e manejo de águas pluviais e 56% deles não possuem mecanismo de controle ou acompanhamento do saneamento básico por parte da sociedade. Somente 195 cidades (3,5%) possuem um Conselho Municipal de Saneamento.
 
Conforme explica o especialista em instrumentação ambiental e qualidade da água da Ag Solve, Mauro Banderali, “é muito preocupante a falta de controle da qualidade da água no Brasil. A importância da água para a segurança das populações, abastecimento, agricultura, higiene pessoal e diversas outras atividades humanas, deve ser considerada pelas autoridades”.
 
Para o especialista, o alto risco de contaminação que a água está sujeita gera a necessidade de maior controle da qualidade dos recursos hídricos. “O abastecimento público deve ser acompanhado por políticas públicas eficientes, que tem a função de aplicar tecnologias, monitorar e remediar possíveis contaminações dos recursos hídricos, além de recuperar a qualidade da água dos rios, represas e aquíferos utilizados para o abastecimento”.
 
Banderali afirma que através da tecnologia, é possível colaborar para uma intensa fiscalização e monitoramento da qualidade dos recursos hídricos dos municípios. “Através de sondas da linha Aquaread, da Ag Solve, é possível monitorar diversos parâmetros em tempo real”. Ele frisa a importância do equipamento AP 7000, ideal para aplicações de médio e longo prazo de monitoramento. “A sonda pode monitorar até dezessete variáveis e através do terminal de mão é possível medir latitude, longitude, altitude e pressão barométrica. Essa flexibilidade de variáveis e eletrodos não tem comparação com qualquer outra sonda do mercado”, assegura Banderali.
 
Entre as vantagens do equipamento estão: baixíssima manutenção, robustez e qualidade na medição, além da proteção contra organismos incrustantes. “Além da configuração padrão (temperatura, OD Ótico, CE, pH, ORP e profundidade), pode-se optar por até seis eletrodos em qualquer tecnologia, sejam ISE ou óticos, possibilitando a escolha entre doze variáveis primárias em uma única sonda”, completa o especialista da Ag Solve. Os sensores óticos monitoram parâmetros como turbidez, clorofila “A”, algas azuis, rodamina, florescência e óleo refinado e os sensores ISE são aplicados na identificação de nutrientes e compostos como: amônio e amônia, cloretos, fluoretos, nitratos e cálcio, medindo a quantidade de elementos presentes na água. “É a melhor forma de garantir a qualidade da água atualmente”, confirma Banderali.

Para mais informações, acesse o Boletim InfoAmbiental - edição 41, da Ag Solve:
 http://www.agsolve.com.br/infoambiental/201205.html
 
© 2017 - ArtCom Assessoria de Comunicação - webdesign CG Propaganda