TradeCorp completa 10 anos de Brasil
05/09/2012

Negócios no país representam 25% dos resultados da companhia, que mantém seu foco em inovação tecnológica e produtos personalizados

Considerada uma empresa de inovação tecnológica, a TradeCorp completa 10 anos no Brasil, com cerca de 25% dos negócios da Tradecorp Internacional instalados no país. Com um início tímido, em 2002,  quando tinha apenas um representante na região Nordeste, hoje a TradeCorp do Brasil  possui uma rede de 150 distribuidores estrategicamente localizados nas principais regiões agrícolas.   Possui ainda 23 regionais de Vendas e é a sede para os negócios da América Latina, que atualmente  inclui Paraguai, Bolívia e Uruguai, com planos de expansão para outros países.   O diretor geral da unidade brasileira, Mário Franchi, explica que o principal atrativo para a expansão da empresa foi a dimensão do mercado brasileiro do agronegócio, com todas as oportunidades para uma empresa com mais de 80 anos de experiência neste setor de atividade. E ainda o fato de também se falar o português, já que o Grupo, apesar de pertencer a uma família belga, tem sua matriz em Lisboa – Portugal.

A TradeCorp é hoje, líder no mercado de fertilizantes agrícolas e nutrição de alta performance e além do Brasil, está presente nos principais mercados mundiais como Europa, África, Leste do Mediterrâneo e México. No Brasil, a Tradecorp conta com um amplo portfólio de fertilizantes e nutrientes vegetais e uma equipe de colaboradores preparados para assessorar seus clientes em campo, buscando novas oportunidades e solucionando dificuldades de diversas culturas em diferentes regiões do país.

Uma empresa de inovação tecnológica é, por definição, uma companhia em cujo negócio, mais de 20% das soluções colocadas à disposição dos seus clientes, anualmente, têm menos de três anos no mercado. De acordo com o diretor comercial, Luiz Schmitt, no Brasil, este posicionamento é ainda mais inovador, pois a TradeCorp tem uma média anual de 40% de novos produtos em seu portfólio. “A  origem europeia da companhia gera uma certa dificuldade em tropicalizar muitos dos produtos e soluções aos mercados da América Latina. O que nos motiva a buscar alternativas para atender às demandas e nos conduz a um patamar de inovação bastante elevado”, explica.

Segundo Franchi, algumas dificuldades iniciais aconteceram, como acontecem com todos os entrantes em novos mercados, mas a persistência do Grupo em cima dos seus valores de Qualidade, de produtos, pessoas e serviços, juntamente com a inovação tecnológica que a TradeCorp conseguiu, levou a uma boa receptividade por parte do mercado, não só brasileiro, como em boa parte da América Latina.

A Tradecorp não se preocupa muito com a fatia de mercado que tem. “Nós temos os nossos próprios indicadores de produtividade e de presença em cada mercado e buscamos um bom retorno para os nossos acionistas, clientes e colaboradores”, explica Schmitt. Uma das conquistas que mais orgulha a empresa é a taxa de recompra de produtos, um dos mais importantes indicadores de desempenho nos negócios, que hoje são superiores a 90%, número bastante elevado. Para o diretor geral da companhia no Brasil, Franchi, apesar da trajetória bem sucedida, os desafios ainda são grandes e o primeiro deles é consolidar o Brasil como o maior mercado para o Grupo, por meio de um desenvolvimento sustentável. “Para isso teremos que nos consolidar como uma Companhia desenvolvedora e retentora de talentos, promover relações duradouras com todos os stackeholders e conseguir  que, cada vez que um agricultor pense em Qualidade e Inovação Tecnológica e Fisiologia e Nutrição Vegetal pense  Tradecorp”.

 

 

 

© 2017 - ArtCom Assessoria de Comunicação - webdesign CG Propaganda